História do Alecrim
Apesar de o alecrim ser originário do Mediterrâneo, agora cresce em grande parte das regiões temperadas da Europa e América.
Desde há milhares de anos que esta planta foi premiada como tempero e usada na medicina natural, parte da popularidade do alecrim veio da crença generalizada de que estimula e reforça a memória, qualidades para as quais, ainda é utilizado na actualidade.
Na Grécia antiga, os alunos colocavam ramos de alecrim nos seus cabelos quando estudavam para os exames. Nas orações, também se colocava a erva perfumada no túmulo do falecido como símbolo de evocação em sua memória. Na antiga Inglaterra, a capacidade do alecrim para fortalecer a memória, transformou-o num símbolo de fidelidade e desempenhou um papel importante nos trajes, decorações e presentes usados em casamentos.
O óleo de Alecrim começou a ser extraído no século XIV e ficou conhecido por “água da rainha da Hungria”, um cosmético muito popular usado na época. Nos séculos XVI e XVII, o alecrim tornou-se popular como auxílio digestivo em boticários. Recentemente, a investigação centra-se nos modernos componentes benéficos em activos de alecrim, o apreço por esta erva é terapêutico e o seu valor culinário foi renovado.
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