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Romã



 

 

A romã é o fruto da Romãzeira (Punica Granatum) e trata-se de uma árvore que tem uma história.

Segundo a mesma, as romãs cresceram no Jardim do Éden e este fruto tem sido desde então, usado como um remédio popular ao longo de milhares de anos.

Mais recentemente, foi promovido como um "superalimento" que pode aliviar os sintomas de muitas doenças.

Em testes de laboratório, demonstrou-se que a romã contém propriedades antivirais, antibacterianas e antioxidantes.

Contudo ainda não existem evidências suficientemente fortes e conclusivas de que ela funcione nos humanos de forma a tratar ou prevenir qualquer tipo de doença.

Além disso, existe alguma preocupação de que o sumo da romã pode interagir com medicamentos (muito parecido com o sumo de toranja), fazendo com que alguns sejam menos eficazes ou tornem mais elevados os seus efeitos.

O extracto de romã é uma rica fonte de polifenóis, substâncias químicas existentes em plantas que fornecem o seu sabor e cor.

Os polifenóis são também antioxidantes, ou seja, eles ajudam a proteger danos nas células e podem reduzir inflamações no corpo.

A romã também é rica em vitamina C.

Uma romã fornece aproximadamente 40% da necessidade diária dessa vitamina.

A casca do fruto, a fruta em si, as raízes e a casca da árvore da romã são usadas medicinalmente na Ásia e no Médio Oriente, mas no Ocidente a fruta e o seu sumo só agora estão a ser estudados.

O sumo, a casca e o óleo das sementes contêm antioxidantes e isoflavonas semelhantes às da soja.

 

 

 

A Romãzeira cresce como um arbusto ou árvore (conforme o local onde é semeada) e pode atingir entre 4 a 8 metros de altura se fôr plantada no solo, produzindo rebentos desde a sua base.

É natural do Irão e é cultivada no Mediterrâneo, na Ásia, na África e na Europa.

As folhas caducas, são opostas ou em espirais, têm cerca de 3 a 7 centímetros de comprimento e 2 centímetros de largura.

As suas flores são de cor vermelha-brilhante, com cerca de 3 centímetros de diâmetro e com 4 a 5 pétalas em forma de cálice tubular.

A fruta (exteriormente) é coberta por um género de pele de couro, geralmente rosa ou vermelho profundo.

Interiormente, a fruta tem um tecido esponjoso branco que cria espaços cheios de sacos ou pastas, onde despontam as bagas (parte comestível), contendo cada uma a sua semente.


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